
Você já ouviu a frase “quem não é visto, não é lembrado”? No mercado de trabalho atual, ela evoluiu para: “quem não é achado no LinkedIn, não existe”.
Muitos alunos da Faculdade Grau cometem o erro clássico de esperar a formatura para criar um perfil profissional, ou mantêm um perfil “fantasma” apenas com nome e foto. A dúvida é sempre a mesma: “O que vou postar no LinkedIn se ainda não tenho experiência formal?”
Aí está o segredo: a sua sala de aula é a sua experiência.
Recrutadores buscam potencial, curiosidade técnica e capacidade de aprendizado. Se você souber posicionar o que aprende nas aulas, seu perfil vira um ímã de talentos. Vamos aprender a hackear o algoritmo e ser encontrado?
1. O título (headline): sua etiqueta de busca
O erro número 1 é colocar apenas “Estudante” no título do seu perfil. Isso não diz nada para o recrutador e nem para o algoritmo de busca. Ninguém pesquisa por “estudante” na barra de busca, eles pesquisam por habilidades.
Para ter um currículo online para estudantes eficiente, use a fórmula: [Cargo Almejado] | [Palavra-Chave Técnica] | [Curso/Interesse].
Veja exemplos práticos para copiar e adaptar:
- Para ADS: Dev Júnior em Formação | Java, Python e SQL | Estudante de Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
- Para ADM: Assistente Administrativo | Excel Avançado e Gestão de Processos | Focado em Finanças.
- Para RH: Futuro Analista de RH | Recrutamento e Seleção (R&S) | Estudante de Gestão de Recursos Humanos.
- Para Contábeis: Estagiário Contábil | Tributação e Balanço Patrimonial | Estudante de Ciências Contábeis.
Isso é SEO (Otimização para Buscas). Quando um recrutador digitar “Java” ou “Recrutamento”, seu perfil tem chances de aparecer, mesmo sem emprego formal.
2. Transforme trabalhos acadêmicos em “experiência”
Não deixe o campo “Experiência” vazio só porque você nunca teve carteira assinada. O marketing pessoal para universitários deve valorizar a prática acadêmica.
Aquele Projeto Integrador ou Estudo de Caso que você fez não foi brincadeira, foi uma consultoria simulada.
- Onde colocar: Na seção “Projetos” ou até em “Experiência” (deixando claro que foi acadêmico/voluntário).
- Como escrever: “Líder de projeto na disciplina de Marketing. Desenvolvi, junto com a equipe, um plano estratégico para uma empresa fictícia, aplicando análise SWOT e 4Ps.”
Isso mostra que você não apenas estuda a teoria, você aplica na prática.
3. O que postar? A regra do “aprendi e apliquei”
O maior medo do estudante é o conteúdo. “Não sou especialista, o que vou falar?” Não tente dar aula. Documente sua jornada de aprendizado.
Segundo dados oficiais do Blog do LinkedIn, perfis completos e ativos recebem até 20 vezes mais visualizações.
Acabou de ter uma aula incrível sobre Business Intelligence no curso de Administração? Faça um post simples:
“Hoje na aula de Gestão aprendi como os dados salvam empresas da falência. Fizemos uma simulação de BI e percebi como a análise correta muda o jogo. Alguém mais aqui usa dados para tomar decisão? #FaculdadeGrau #Gestão #Dados”
Isso prova três coisas essenciais para atrair recrutadores no linkedin:
- Você presta atenção na aula.
- Você tem paixão pelo tema.
- Você sabe se comunicar.

4. Networking ativo: não seja um colecionador
Ter 500 conexões mudas não serve de nada. Conecte-se com seus professores e colegas de sala da Faculdade Grau. Comente nos posts de empresas que você admira.
A interação faz seu perfil “acender” no radar. Pergunte, elogie, participe. O algoritmo premia quem interage.
Seu futuro começa no botão “publicar”
O LinkedIn é uma feira de carreiras que nunca fecha. Enquanto você dorme, seu perfil pode estar sendo analisado por um gestor.
Não espere o diploma chegar para se vender como profissional. O mercado quer talentos em movimento e com vontade de aprender.
Quer ter conteúdo de sobra para postar? Matricule-se nos cursos da Faculdade Grau, participe de projetos práticos e enriqueça seu currículo!

